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24 de ago de 2009

Diário de bordo – Parte 6 - No "matinho"

Manhã de sábado, 16 de maio. Céu nublado no Rio e muito mato pra ver! Destino de hoje: Jardim Botânico. É que o Ricardo, amigo nosso, querido (e engenheiro agrônomo), disse que ninguééééém pode ir ao Rio de Janeiro e não conhecer o Jardim Botânico!
A Fran, vascaína daquelas, foi conhecer o estádio do Vasco (tô com preguiça de ir no google ver o nome), Aline e eu seguimos a dica do Ricardo.

Longe. Pra variar. (Na realidade, tudo parecia longe, já que nosso hotel era no c# na cidade). Acostumadas a andar na Praça Nereu Ramos (meia dúzia de árvores e uns banquinhos no meio) ou então na Praça do Congresso, onde o máximo que pode acontecer é pegar uma micose se encostar na água do laguinho, logo na entrada pensamos numa coisa bem óbvia de acontecer: E se a gente se perder? É muito mato! Já me vi nas manchetes dos jornais.
Daí Aline teve a brilhante ideia de perguntar pra mulher que recolhia os bilhetes:
- Moça, e se a gente se perder?
Ela, com uma cara de “fodam-se”, fez uma risadinha irônica e não respondeu. Poxa, custa dizer que um bombeirão lindo vai aparecer pra nos salvar?
Pensando bem, não tenho fetiche com fardas, não... melhor seguir as placas...
Anda pra lá, pra cá... mas pra mim, mato é mato. Tudo igual. E eu só lembrava do Ricardo. Grrrrrrrrr. Combinamos de dizer que adoraaaaamos o lugar. Pelo menos serviu pra fazer fotos tipo fundo de porta-retrato de R$ 1,99... sabe como é, né?


Arrumamos uns fãs, só gatinho, viu?



Hora do almoço

Reencontramos a Fran e fomos almoçar na Barra. Longe, mas lindona. Quero morar lá quando eu crescer! Dizem que é cheio de artistas, mas ninguém resolveu das as caras neste dia. Ou eu nem notei.
Ah, na saída do restaurante pegamos um táxi pra ir à praia. Mas o taxista tava era levando a mulher pro trabalho. Apareceu a gente querendo corrida, ele topou e saiu pra procurar a mulher que tava no posto, sei lá... quando ela chegou deu de cara com o carro cheio de mulheres (nós) e levou um susto. Mas como a gente não tem cara de assaltante ficou tudo certo. O marido voltou. Levamos ela pro trabalho e fomos pra praia. Rá!


Em Copacabana... Cayme e Drumond – nossos amigos!
Bater fotos com estátuas é nossa especialidade.



Aline não perdoou a barriguinha de chope do Cayme.





Já a Fran engatou um papo reto com o Drumond.


Paradinha pro chope num quiosque e de volta pro hotel recuperar as baterias porque a noite é da Lapa!


***

Quer ler desde o início? Vai clicando aí... sem dó nem piedade!


Parte 1 - A chegada

Parte 2 – Quinta em Copa

Parte 3 – O Cristo

Parte 4 – Contada pela Aline

Parte 5 – Rio Scenarium

8 comentários:

Aline disse...

aiai, o Rio, a Lapa, a Barra....saudade.....

Renata disse...

q é engraçado relembrar onde tudo começou com este título é hehehe
tá difícil de sair a viagem inteira jhehe
e aquela foto da fran...aposto que ela conversou de verdade e naum era só pose..tava bem real a pose heheh

Deise Anne disse...

Pense numa viagem pra render...
Ainda tem mais? rsrs

Beijos, Kellen!
Torce aí pra eu ir cantar na Bahia esse ano. hehe

T1460 disse...

Não sei se precisa ir no Jardim Botânico, mas ir ao Rio e não ser assaltado ou atingido por bala perdida é imperdoável haha.

O estádio do Vasco é São Januário, mas valeria mais visitar o gigante Maracanã!

E eu adoro fotos com estátuas!

Maristela disse...

Meninas visitar o Jardim Botânico é chique sabe! É como ir na Alemanha ops...no Vaticano mesmo ( mas ele é alemão né?) e não ver o Papa. ha ha ha. Amei a estátua do Drummond e lembrei das suas belas poesias que um dia lia. Mas e ai meninas o Rio continua lindo como canta Jorge Bem Jor? Qual o próximo roteiro?... sem dicas de viagem do Ricardo ha ha..eu sugiro Curitiba e a viagem de trem pela serra geral é show!..
bjão a todas vocês. Mulheres maravilhosas,lindas e viajadas.

Tela

PutzGraça!!! disse...

Que foto com o mascote, Kellen?

Ricardo Chicuta. disse...

Ah eu iria gostar desse lugar.Adoro um matinho,acho melhor que praia.Aliás eu não gosto de praia,só e ficar nos bares a beira mar tomando um chopp.

Deise Duarte disse...

A Kellen é a única pessoa que fica 2 dias num lugar e consegue escrever sobre ele durante 2 meses. haha

e eu, adoroooooo!

=*
Um dia eu estarei na frente do Cristo, batendo a tradicional foto com os braços abertos =D