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30 de jun de 2009

Um pouco de Millôr...

"Eterno" em amor tem o mesmo sentido que "permanente" em cabelo.

Ótimo, não? A frase do Millôr Fernandes pode jogar água fria nos corações românticos do mundo afora. Mas pense, é realidade.

Sim, acredito no amor. É claro que acredito. Mas prefiro muito mais o "seja eterno enquanto dure". Se durar para sempre (como diz naquele pagode), melhor. Se não durar...

Sou sentimental, sim. Ouço músicas bobas e alugo comédias-românticas (e queria que tudo fosse bonito como no cinema). Mas quando aperto "stop" volto à realidade. Não existe perfeição.
"Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem". Outra do Millôr.

**

Por que tô dizendo tudo isso?
Porque tem me acontecido coisas bizarras ultimamente. Que só reforçam minha tese.

*

O quadro abaixo é uma ilustração nua e crua do que acontece com muitas pessoas. E é aí que eu não quero chegar. Espero que você também não.



Mas uma risadinha sempre faz bem... ;)

********

Ótima semana!


Se quiser mais de Millôr, siga @millorfernandes.

26 de jun de 2009

Cinza

E no jornal Meia Hora:




Isso é que é resumo!



Via @huckluciano no Twitter.

25 de jun de 2009

Lançamento

Burger King lança desodorante masculino com fragrância de carne grelhada


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Sim. Para atrair as cachorras.

Happy!



Happy!! xalalalá...
It's so nice to be happy!! xalalalá!
Everybody should be happy!

***

Meus problemas acabaram!

Tô de volta ao normal! Ao meu normal.

;-)

22 de jun de 2009

Dead Line

No jornalismo, dead line é o prazo final, a hora do fechamento (das matérias, do jornal). É quando se está com a corda no pescoço, é a linha da morte.

Essa semana é meu dead line. Em várias coisas.

...

Aceito pensamentos positivos, orações, piadas e chocolates.

Ótima semana!

;-)

19 de jun de 2009

O poder do "hehehe"

Volta e meia me pego rindo como o bonequinho do MSN. Sabe aquele com a mãozinha na boca com cara de quem falou besteira?
E várias, mas várias vezes mesmo, penso: hehehe.

O que é o hehehe?
Mais um jeito de rir? Talvez. Acho que ele tem um quê de ironia, de safadinho, de algo além do “riso”. Se é engraçado será “hahaha”. Se é uma mistura de sentidos será “hehehe”.

Tá, eu tenho interpretações malucas. Já me disseram isso.
Mas pense: o “hehehe” serve:

Quando você não sabe o que responder;
Quando não está a fim de responder;
Quando fala algo mais sacaninha;
Quando quer dar um “chega pra lá”;
Quando só quer ser engraçadinho mesmo;

Você pode mandar alguém tomar no cu, mas se vier acompanhado de “hehehe” não fica ruim.

*

Uma vez me falaram que MSN não tem tom, não tem como saber a entonação que a pessoa quis dar a tal palavra. É frio. Para isto que servem os emoticons.

Algumas pessoas preferem o exagero de letras. Eu uso, mas só em algumas ocasiões. Quando quero mostrar exagero mesmo: muuuuuuuuita saudade!

Daí vem minha maluquice de novo. Meço a empolgação da pessoa pela quantidade de “i’s” ou de “!”. Explico:
“Oi!!!” ou “Oiiii” – estão errados, mas me parecem muito mais empolgados do que “Oi”.

Faz sentido, né?

***

Chegou a sexta-feira de uma semana corrida. Muito corrida. Mas ainda tô viva e por aqui... como diria Raul... “controlando a minha maluquez, misturada com minha lucidez”...

Ótimo final de semana!

15 de jun de 2009

Rapidinha de segunda

Minha irmã adolescente é ótima:

- Ele terminou comigo, disse que não é o cara certo pra mim.
- E tu?
- Eu disse que também acho.

Rá!

Aula de economia

Recebi o texto abaixo por e-mail. Dizia ser de uma revista de finanças. Não sei se é verdade, provavelmente é ficção, mas é um texto muito bom. Uma boa aula de economia... e faz refletir sobre outros valores também.

Leia até o final, ok?
E tenha uma ótima semana!


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“Uma paixão vale mais que um milhão"
Uma moça escreveu um email para uma revista financeira pedindo dicas sobre "como arrumar um marido rico". Contudo, mais inacreditável que o "pedido" da moça, foi a disposição de um rapaz que, muito inspirado, respondeu à mensagem, de forma muito bem fundamentada.

Segue:
Mensagem/email da MOÇA:
"Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste site? Ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas? Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão me fazer morar em Central Park West. Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! E ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente. Então, o que ela fez que eu não fiz? Qual a estratégia correta? Como eu chego ao nível dela?" (Rafaela S.)


Mensagem/resposta do (inspiradíssimo) RAPAZ:
"Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação. Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou tomando o seu tempo a toa... Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que você oferece é simplesmente um péssimo negócio. Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples. Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro. Proposta clara, sem entrelinhas. Mas tem um problema. Com toda certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará aumentando. Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos. E você não somente sofre depreciação, mas sofre uma depreciação progressiva, ou seja, sempre aumenta! Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. E no futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que virou um caco. Isto é, hoje você está em 'alta', na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada. Usando o linguajar de Wall Street , quem a tiver hoje deve mantê-la como 'trading position' (posição para comercializar) e não como 'buy and hold' (compre e retenha), que é para o quê você se oferece... Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um 'buy and hold') com você não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim! Assim, em termos sociais, um negócio razoável a se cogitar é namorar. Cogitar... Mas, já cogitando, e para certificar-me do quão 'articulada, com classe e maravilhosamente linda' seja você, eu, na condição de provável futuro locatário dessa 'máquina', quero tão somente o que é de praxe: fazer um 'test drive' antes de fechar o negócio... podemos marcar?"

10 de jun de 2009

Love Is In The Air

Hoje descobri que alguém gosta muito de mim e queria que eu ganhasse R$ 300,00 na promoção do Engeplus e do Della. A pessoa (eu sei quem é, mas não vou falar lálálálá) se deu ao trabalho de pegar uma foto minha com meu ex, preencher o cadastro e enviar para o site. Fofo, né?

Poxa, pena que não foi pro ar. Com R$ 300,00 eu poderia até comprar um caneco de “super amiga” na Mais Presentes.

Ahhhh, mas por que não foi pro ar? É que quando eu finalmente consegui parar de rir, pedi aos editores pra só publicarem foto minha se eu estiver agarrada com o Wagner Moura! Sabe como é, né? Ele é ciumento...


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Aos amigos, beijos e beijos!

8 de jun de 2009

O tempo não espera por mim...

Há algum tempo acompanho o blog “A poesia do tempo”, da cearense Deise Anne, uma moça com muita sensibilidade, que escreve super bem. Como o nome diz, é um blog de poesias. As poesias dela.
Logo na primeira vez que fui lá, a frase de descrição do blog me chamou muito a atenção. E volta e meia lembro dela: Pelo tempo que passa sem esperar por mim...


Nesta segunda-feira gelada esse “slogan” não me sai da cabeça. “O tempo passa sem esperar por mim”. E vai tão rápido... (quando nos dermos conta já estaremos comprando presentes de Natal de novo e fazendo planos para o ano que vem).



Por que tô falando tudo isso? Porque não é só por mim que o tempo não espera, cara-pálida, é por você também. A carapuça que visto hoje pode ser a que você está precisando dar aquela “provadinha”.

E porque essa semana tenho que decidir coisas... que podem mudar muitas coisas.

4 de jun de 2009

Duplo sentido

Volto pro msn e encontro a mensagem de uma amiga:

- Me chama quando der.

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Mente poluída é uma naba, viu?!

3 de jun de 2009

Diário de bordo - Parte 4

O post de hoje conta com a participação ilustre da Aline, minha amiga queridona que topou na hora quando inventei de viajar. É a companhia ideal pra viagens: fotografa tudo o que vê, encara andar o dia inteiro e amanhecer numa festa depois, e fala tudo o que eu tenho que ouvir, mesmo que seja f*da. (Fran, não fica com ciúme, tu sabe que eu te I love you, né?).
Por que eu pedi pra ela escrever? Bem... é que não fui no passeio a Santa Tereza, e só quem viu é que poderia contar.
A Aline é jornalista, capricorniana e corneteira... isso me é tão familiar...
O texto dela ficou tão bom que tô com medo de perder a vaga! (reparem nas expressões carioquíssimas ali no meio, maneiro, né?)

Tá, já falei demais. Divirta-se!

*

A sexta-feira não poderia terminar mais carioca. Depois de almoçar em Ipanema, bairro de bacana, bacana mesmo, conhecemos a famosa igreja da Candelária. Aquela dos meninos que foram assassinados. Não tanto por isso que a igreja deve ser famosa, mas principalmente pela arquitetura da moça. Ela foi construída, segundo o cara da entrada (que disse que a gente tinha que bater as fotos bem rápido porque já tava na hora de fechar), em 1700 e poucos. Mas gente, aquilo não é uma igreja normal. E um taxista ainda teve a ousadia de dizer pra gente não esquecer que a catedral do Rio de Janeiro não é a Candelária, que a catedral sim é um dos pontos mais visitados. Pra que catedral amigo, quando se pode conhecer a CANDELÁRIA? Aquilo que é igreja maneira. Anjos enormes, uma escuridão sem fim, uma mistura de bizarro com sei lá o quê. Deu medo, mas foi legal. Ah, e os bancos. Como podemos esquecer dos bancos. Deve doer a bunda assistir a uma missa sentado ali. Medieval. Muito legal.




Um pouco de cultura

Quem sabe uma passadinha no Centro Cultural Banco do Brasil, um bem famoso, bem bonito? Ali sentimos que nossa viagem estava ficando séria mesmo. Deu orgulho da gente visitando aquela exposição, subindo aqueles degraus chiques. Pena que a gente não entendeu nada do que se passava lá dentro, mas pelo menos “a gente se sentimos cultas”. Isso foi bem rápido, não durou uns 10 minutos, acho. E também fomos porque era de graça, né? Ah, tá explicado. E claro que a pobre aqui tinha que bater foto dentro do negócio. Não pode bater foto em locais assim. Alguém me avisa na próxima?

Taxista radical

Então, chega a hora de encararmos o taxista mais rabugento do Rio de Janeiro. Um que trabalha durante o dia, chega em casa às 7 da noite e jura que não sai mais com medo da bandidagem. As meninas acharam ele um pouco radical. Mas até que ele falou umas verdades que eu concordei. E de repente, se não fosse pelo aviso dele, eu teria perdido minha máquina na janela. Mas eu tava batendo foto do que mesmo? Ah, do trânsito eu acho.

Pegando o bonde andando

Pegamos este táxi para chegar à estação pra pegar o bondinho que vai pra Santa Tereza. É aquele bondinho amarelo que passa em cima dos Arcos da Lapa, ele aparece em algumas novelas da Globo. Segundo o taxista de mal com a vida, em Santa Tereza só tem prostituta, bandido e drogado. Mas a gente gosta de aventura seu moço!!!
Lá vamos nós pra Santa Tereza. Primeiro que o bonde custa R$0,60. É que ele serve como meio de transporte para a comunidade e ponto turístico. É genial porque o maquinista tem que ser muito ninja. Aquilo é um perigo. Ele sobe lotado, passa por cima dos Arcos, naquela altura toda, com a galera pendurada. Não tem porta. E quem vai no estribo, local onde se coloca o pé, do ladinho (segundo uma louca lá que morou em Santa Tereza quando era criança e tava visitando o lugar depois de 16 anos, é estribo que se diz) se tiver uma bunda um pouco mais avantajada, engalha, porque o bonde passa rente a cerca fajuta que tem em cima dos Arcos.
Não sei se dá pra entender, mas é muito perigoso. Quando chega em Santa Tereza mesmo, começam as paradas, mas quem disse que a comunidade para na parada? Sempre ouvi aquela expressão “pegou o bonde andando”, mas nunca imaginei que fosse presenciar o ditado. Lá, o pessoal pega o bonde andando e desce com o bonde andando. Se o maquinista tá ligado se o bonde passou por cima de alguém? Imagina. É um grita daqui, outro dali: “Espera, tem gente descendo”, “Calma aí que a mulher ainda tá subindo”. “Tem criança, aguenta aí”. Se o maquinista tá enxergando alguém? Até parece. Ai que nervoso! O bonde, daqueles elétricos, passa no meio da rua e divide espaço com ônibus e carros. Quem tá no estribo nessa hora também tem que cuidar pra não ficar engalhado. Tudo isso na maior harmonia e gritaria.
Mas tirando essa doideira o lugar é sensacional. Vários casarões antigos e uma vista linda, mas linda, de boa parte do Rio. Chegando lá em cima o bonde manobra e desce trazendo os turistas boquiabertos. Ah, e o taxista radical exagerou quando disse que o bairro é perigoso. Claro, é bom ficar ligado e também a gente não desceu do bonde. Mas não deve ser tudo aquilo. Foi show. E Viva Santa Tereza!!

1 de jun de 2009

Cada um com seu fetiche

Sábado num jantar o sujeito se vira pra nós e fala: vocês ficaram na melhor mesa.
- Ao lado do buffet?
- Não, ao lado da nossa.

Modéstia é tudo, né?

*

Lá pelas tantas, já rolando o show do Papas, vem ele:
- Sabe o que eu gosto nas mulheres? a panturrilha.
Hã?
- É sério, a panturrilha. Porque barriga, bunda, já passou... o que os homens notam agora é a panturrilha! Bem definidinha..noooossa!!

Cimara deu corda.
- Olha aquela lá.. tá de fora ó.. o que tu acha?
- Ah não, muito enfeitada, nem dá de ver direito (a mulher tava de meia fina preta daquelas com detalhes

**

Suspende a lipo, cancela o silicone!

Já deu uma olhadinha na sua panturrilha hoje?