Se você pensa que já viu de tudo nessa vida... não se engane. A maldita incRusão digital sempre reserva algo mais.
Pintosa por que tem pinto?
8 de jul. de 2009
Sim
No Terra:
Kaká vai com a mulher ao casamento de Sthefany e Pato
Tá. Me avise quando ele for com a amante.
Kaká vai com a mulher ao casamento de Sthefany e Pato
Tá. Me avise quando ele for com a amante.
Consolo
Tá precisando de uma forcinha pra levantar a autoestima?
É só ter uma irmã como a minha.
No verão, estava com uns quilinhos a mais e bordinhas. Não quis caminhar na praia só de biquíni.
A Jéssica pra me convencer:
- Ah, o que que tem? Os outros vão olhar, vão rir e esquecer.
*
Isso é que é consolo, o resto é porcaria!
*já é inverno e eu ainda acha graça.
É só ter uma irmã como a minha.
No verão, estava com uns quilinhos a mais e bordinhas. Não quis caminhar na praia só de biquíni.
A Jéssica pra me convencer:
- Ah, o que que tem? Os outros vão olhar, vão rir e esquecer.
*
Isso é que é consolo, o resto é porcaria!
*já é inverno e eu ainda acha graça.
6 de jul. de 2009
Diário de bordo - Parte 5 - Rio Scenarium
Olhando as palavras procuradas no Google que fazem com que desavisados caiam aqui, vi que alguém procurou por Santa Tereza, aquele bairro do Rio que se chega de bondinho, sabe? Então me dei conta que não terminei de contar da viagem. (aqueeeeeela viagem).
Parei na parte que Aline e Fran foram pra Santa Tereza. Sim, gente, elas voltaram de lá.
Parte 5 – A noite carioca
Sexta à noite. Não tivemos coragem suficiente (e nem companhia) pra encarar um baile funk. Bem que eu queria, mas tinha medo de duas coisas: de cair na gargalhada e apanhar, ou gostar e não querer voltar embora. Vai saber, né?
Fomos num lugar chamado Rio Scenarium. É antiquário durante o dia, bar durante a noite.
A gente não reservou lugar e disputou mesa com uma mulher chata que não se decidia. Até que a responsável, lá pelas tantas, tomou nossas dores.
– Peraí, sou que mando aqui.
Conseguimos o lugar!
Uma caipirinha de abacaxi de morrer bebendo. Um elevador sinistro, escadas de madeira, parecia aquelas minisséries de época da Globo. Aliás, teve uma atriz que se estabacou na nossa frente (a Cláudia Mauro - bota no google - que tinha apresentado uma peça ali antes). Estátuas, uma banda com umas vinte mulheres em cima do palco tocando sambinha, e uma pista com DJ tocando MPB.
Eu disse estátuas? O que mais fiz nessa viagem foi bater fotos com estátuas.

Só não sei explicar o porquê.
**
Daí que nós temos imã de chatos. Sabe como é né? Os opostos se atraem. (modéstia mode off).
Tô eu lá, grudada no celular, e um fulano depressivo por ser trocado por um aparelho. Oras. Tem mulheres que trocam homens por outros objetos. Deixa eu com minhas mensagens...
Daí aparece um mexicano. No auge da gripe suína vem o cara dizer que é mexicano. Altamente excitante, né?
Nisso, Aline se entende com um gatinho. Bem gatinho. Mas adivinha? Gaúcho. Sai de Criciúma pra ficar com um gaúcho no Rio. Haha
Vou ao banheiro pela, sei lá, quinta vez na noite. Esqueci onde era.
- Moço, onde é o banheiro?
- É essa porta na tua frente.
¬¬
Ir ao banheiro é um saco. Nem só pela fila. Mas tem sempre um bêbado no caminho. Ali tinha o chato do lenço. Explico: eu tava com um lenço no pescoço, tipo babador de neném mesmo. E cada vez que passava por ali um bêbado fazia a mesma pergunta:
- Não tá te enforcando?
Tá, é que eu sou suicida.
*
Enfim, o lugar é ótimo. Dançamos, rimos e bebemos até umas 3h30 da manhã, quando decidimos voltar pro hotel pra recuperar as energias pro dia seguinte. Afinal, restava ainda o sábado pra brincar de turista...
Quem quiser ler os outros capítulos do diário de bordo, é só clicar:
Parte 1 - A chegada
Parte 2 - Quinta em Copa
Parte 3 - O Cristo
Parte 4 - Contada pela Aline
No próximo capítulo: no meio do mato, digo, no Jardim Botânico... e na Lapa!
Parei na parte que Aline e Fran foram pra Santa Tereza. Sim, gente, elas voltaram de lá.
Parte 5 – A noite carioca
Sexta à noite. Não tivemos coragem suficiente (e nem companhia) pra encarar um baile funk. Bem que eu queria, mas tinha medo de duas coisas: de cair na gargalhada e apanhar, ou gostar e não querer voltar embora. Vai saber, né?
Fomos num lugar chamado Rio Scenarium. É antiquário durante o dia, bar durante a noite.
A gente não reservou lugar e disputou mesa com uma mulher chata que não se decidia. Até que a responsável, lá pelas tantas, tomou nossas dores.
– Peraí, sou que mando aqui.
Conseguimos o lugar!
Uma caipirinha de abacaxi de morrer bebendo. Um elevador sinistro, escadas de madeira, parecia aquelas minisséries de época da Globo. Aliás, teve uma atriz que se estabacou na nossa frente (a Cláudia Mauro - bota no google - que tinha apresentado uma peça ali antes). Estátuas, uma banda com umas vinte mulheres em cima do palco tocando sambinha, e uma pista com DJ tocando MPB.
Eu disse estátuas? O que mais fiz nessa viagem foi bater fotos com estátuas.
Só não sei explicar o porquê.
**
Daí que nós temos imã de chatos. Sabe como é né? Os opostos se atraem. (modéstia mode off).
Tô eu lá, grudada no celular, e um fulano depressivo por ser trocado por um aparelho. Oras. Tem mulheres que trocam homens por outros objetos. Deixa eu com minhas mensagens...
Daí aparece um mexicano. No auge da gripe suína vem o cara dizer que é mexicano. Altamente excitante, né?
Nisso, Aline se entende com um gatinho. Bem gatinho. Mas adivinha? Gaúcho. Sai de Criciúma pra ficar com um gaúcho no Rio. Haha
Vou ao banheiro pela, sei lá, quinta vez na noite. Esqueci onde era.
- Moço, onde é o banheiro?
- É essa porta na tua frente.
¬¬
Ir ao banheiro é um saco. Nem só pela fila. Mas tem sempre um bêbado no caminho. Ali tinha o chato do lenço. Explico: eu tava com um lenço no pescoço, tipo babador de neném mesmo. E cada vez que passava por ali um bêbado fazia a mesma pergunta:
- Não tá te enforcando?
Tá, é que eu sou suicida.
*
Enfim, o lugar é ótimo. Dançamos, rimos e bebemos até umas 3h30 da manhã, quando decidimos voltar pro hotel pra recuperar as energias pro dia seguinte. Afinal, restava ainda o sábado pra brincar de turista...
Quem quiser ler os outros capítulos do diário de bordo, é só clicar:
Parte 1 - A chegada
Parte 2 - Quinta em Copa
Parte 3 - O Cristo
Parte 4 - Contada pela Aline
No próximo capítulo: no meio do mato, digo, no Jardim Botânico... e na Lapa!
3 de jul. de 2009
Bate que eu gamo
Adoro comentários no blog. Adoro mesmo. Mesmo quando são pra xingar. Não é hipocrisia, não. É que a se a pessoa se deu ao trabalho de perder alguns minutos escrevendo na caixa de comentários é porque, de alguma forma, minhas palavras mexeram com ela. Se deixaram puta, tudo bem, mas mexeram.
Como é o caso do anônimo abaixo:
Meu Deus!!!depois deste blog, acabei de crer que o destino de nosso jornalismo não é nada promissor, sem falar nos frequentadores, cruzzzzzzz, tirando eu, é claro que só tô de passagem, entrei por falta de aviso!!!Ô gente...como é que perde tempo para manter uma coisa dessa?? UM hehehehe pra tu, binha!!
OBS: Não deveria ter levado tão à sério esse negócio de blog como meio de disseminação de pensamentos e fatos pouco relevantes!!tadinha da minha fia!!!hehehe de novo!!!
**
Ser jornalista não significa que eu tenha que escrever pautas e coisas sérias o tempo todo. Isso eu faço o dia inteiro no trabalho. E me pagam pra isso.
Isso aqui é um blog pessoal (com o nome sugestivo de "Olha a corneta").
Na descrição diz: "Um espaço para comentar as bobagens que eu leio, ouço, vejo e penso". Sempre achei que essa frase fosse fácil de entender...
Não gostou? pode xingar. Eu não modero comentários justamente por isso, pra que todos os anônimos possam expressar sua opinião. Só não se julgue melhor do que meus amigos/frequentadores. São pessoas que gostam de rir das bizarrices da vida, igual a mim, e entram na brincadeira. Gente bem humorada, sabe?
Comente, me chame de "binha" (seja lá o que isso quer dizer), me chame de fia (da puta?), e depois clique no x ali no canto da página com a sensação de dever cumprido. Alt F4 é serventia da casa.
;-)
****
Talvez a pessoa sem nome nem leia isto (já que só estava de passagem por pura falta de aviso mesmo). Mas sei lá, né?
Aos frequentadores (cruzzzzz) um ótimo final de semana!
Kisses
Como é o caso do anônimo abaixo:
Meu Deus!!!depois deste blog, acabei de crer que o destino de nosso jornalismo não é nada promissor, sem falar nos frequentadores, cruzzzzzzz, tirando eu, é claro que só tô de passagem, entrei por falta de aviso!!!Ô gente...como é que perde tempo para manter uma coisa dessa?? UM hehehehe pra tu, binha!!
OBS: Não deveria ter levado tão à sério esse negócio de blog como meio de disseminação de pensamentos e fatos pouco relevantes!!tadinha da minha fia!!!hehehe de novo!!!
**
Ser jornalista não significa que eu tenha que escrever pautas e coisas sérias o tempo todo. Isso eu faço o dia inteiro no trabalho. E me pagam pra isso.
Isso aqui é um blog pessoal (com o nome sugestivo de "Olha a corneta").
Na descrição diz: "Um espaço para comentar as bobagens que eu leio, ouço, vejo e penso". Sempre achei que essa frase fosse fácil de entender...
Não gostou? pode xingar. Eu não modero comentários justamente por isso, pra que todos os anônimos possam expressar sua opinião. Só não se julgue melhor do que meus amigos/frequentadores. São pessoas que gostam de rir das bizarrices da vida, igual a mim, e entram na brincadeira. Gente bem humorada, sabe?
Comente, me chame de "binha" (seja lá o que isso quer dizer), me chame de fia (da puta?), e depois clique no x ali no canto da página com a sensação de dever cumprido. Alt F4 é serventia da casa.
;-)
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Talvez a pessoa sem nome nem leia isto (já que só estava de passagem por pura falta de aviso mesmo). Mas sei lá, né?
Aos frequentadores (cruzzzzz) um ótimo final de semana!
Kisses
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