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3 de mai. de 2009

Nos embalos de quinta à noite

Agora é assim: quinta é dia de sair de casa. Sabe-se lá porquê, é o quente da noite em Criciúma. Então tá. Mas essa quinta era ainda mais esperada: véspera de feriado... imagina.

Cheguei em casa podre lá pelas 21h30 (passei o dia fotografando a festa de um cliente, ouvindo sertanejo desde as 8h da manhã), com o cabelo cheirando a comida. Um lado de mim queria dormir, mas o outro mandava deixar a velhice de lado e sair. Fomos. E fomos bebendo vinho (derramei na roupa, obviamente).

Chegando lá, tinha uma fila gigante. Algumas coisas, quando grandes demais, assustam. Fila é uma delas. Conta é outra.

Abre parênteses. Há algum tempo que combino com um amigo de a gente se encontrar numa balada. Mas nossas agendas são incompatíveis (celebridade falando). E ele disse que estaria nessa tal balada e era pra avisar se eu fosse (sei lá pq, mas era pra avisar). Como sou grossa, não avisei. Abro o msn e tem mensagem off dizendo que se me encontrasse por lá eu seria linchada. Nem precisa dizer que fiquei com medo de encontrar com ele, né? Fecha parênteses.

Entramos na Dioxy. Nós e o restante do mundo.
Com toda a sorte que Deus me deu, no primeiro passo encontro o tal amigo que queria me linchar (tinha esquecido de como ele é gato). Me deu um abraço bem cheiroso e nem me bateu.

Escolhemos um canto, compramos bebidas, e bora dançar. Mas era minha primeira vez ali e né, queria circular. Fomos subindo. O terceiro andar tava ainda mais lotado, do tipo que tem que fazer contorcionismo pra conseguir ir de um lado ao outro. Tocando música gaúcha, como se fosse possível dançar. Olha, festa vazia é chata, mas superlotação... Voltamos lá pra baixo.

Daí começam as merdas da noite. Paramos num lugar que dava de dançar. Pudera, ninguém ia querer ficar naquele canto. Praticamente escondidas, ao lado do banheiro feminino. A porta da sacada aberta com um vento encanado desgraçado. Dançamos pra espantar o frio. Mas a banda cantando “você é luz, é raio estrela e luar” não tava ajudando muito a esquentar. Na escala de coisas que acabam com o meu humor, o frio lidera disparado. A gente começa a contrair os músculos pra enganar o frio, sabe? E fica com dor das costas. É bem legal. Então resolvi sentar um pouco e achei uma cadeira ótima, de frente pro palco. Sentei e encharquei a bunda. Parecia que tinha feito xixi na calça. Mas já que ninguém ia botar a mão na minha bunda mesmo (droga!), não faz mal.

Apelidei carinhosamente o nosso canto de o “cu da boate”. A única coisa que vi a noite inteira foi mulher apurada pra ir no banheiro.

Uma amiga empolgadíssima, se sentindo a própria da música “ela é puro êxtase”. Mas tinha álcool de menos e frio demais no meu corpitcho, não dava de acompanhar. Lá pelas três e meia fomos pra casa. Ahhhhh a minha cama! Amo tanto!

No dia seguinte, meu amigo/gato/cheiroso diz que me procurou e não achou, que me escondi. É claaaaro que não me escondi. Ou sim. Ah, sei lá. Só sei que foi assim.

Tomara que na quinta vem tenhamos mais sorte.
Por favor, deseje-me sorte! Tô precisando tanto ultimamente.

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Esse post é especialmente para a minha amiga-prima-leitora Rafaela! Porque se não fosse ela me perguntar todo dia: atualizou? não sei o que seria do blog...
Agradeça (ou não) à Rafa!

29 de abr. de 2009

Descoberta em dose dupla

Homem é preso por não conseguir engravidar mulher do vizinho


Deixa eu ver se entendi:

O cara, que já tem dois filhos, é contratado pra engravidar a vizinha. Recebeu dois mil euros e passou seis meses comendo a mulher do outro três vezes por semana.

Lá pelas tantas, descobriram que é estéril.

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Estéril e corno.

27 de abr. de 2009

Dia da Sogra

Amanhã é Dia da Sogra. Como não tenho uma sogra para falar mal, lembrei de uma situação que me aconteceu recentemente e me fez pensar até onde chega a idiotice masculina.

Estava eu, linda e loira indo pra casa de uma amiga, quando passo em frente a um bar. Um sujeito, com seus trinta e poucos, quarenta anos, fica me olhando e:

- Mamãe.

O sujeito disse: mamãe. Poderia ter dito gostosa, feiosa, qualquer coisa, mas... “mamãe”. O que faz um cara dizer isso?

Será que ele me achou com cara de bebê e queria levar pra “mamãe” cuidar?
(se eu fosse maliciosa pensaria que tava mais pra dar chupeta ao bebê, mas minha inocência não me permite pensar isso).

Para os homens que leem o blog, fica a dica: nunca lembrem de sua mãe, ou melhor, nunca façam a mulher lembrar que você tem mãe, quando quiserem paquerar/namorar/ou só comer mesmo.

A conta é simples: mãe = sogra.

Broxante.


***

Em tempo: sim, existe uma sogra perfeita - minha mãe.
Aceita-se sugestões de genro. Obrigada.

23 de abr. de 2009

Mimimi

Olha, vou te contar. A semana tá uma merda. Sabe quando você tem muita coisa pra fazer e empaca? Pior que mula. Mas o trabalho tem que render, então forço o cérebro até sair fumacinha. Como diz o Luciano, pelo menos tenho neurônios. Isso é que é otimismo, né, loiro?

Talvez seja uma crise de preguiça. Talvez eu só precise de férias. Já contei que vou passear no mês que vem? Nada como companhias aéreas enlouquecidas atrás de passageiros para fazer a alegria dos pobres haha
Depois conto detalhes. Tomara que eu volte cheia de detalhes sórdidos.


Ótima quinta aí.

19 de abr. de 2009

Malu e my father



Para a campanha de sabonetes líquidos da Lux, a Unilever fez pesquisa, os publicitários desenvolveram as peças, foram gastos R$ 10 milhões.

Daí meu pai:

- Mulher que eu acho linda é a Malu Mader. Tá fazendo propaganda de um sabonete agora. Nem sei qual o sabonete, não dá de prestar atenção.

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Homens.

Ainda bem que a mulherada nota.
(Não sem antes xingar a Malu por ser tão linda, é claro).