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4 de fev. de 2012

A felicidade alheia

Uma das coisas mais difíceis da vida é controlar o tal do 'bem feito'. E desejar que alguém seja feliz, mesmo longe de você, mesmo contrariando tudo aquilo que você - na sua prepotência -, julga ser a única alternativa certa.

Quer um exemplo? seu ex. Quando as coisas terminam de forma triste o primeiro impulso é desejar que ele broxe com a próxima e com todas as outras que tentar comer. E que ela tenha a bunda caída, bafo e chulé.
Dê o primeiro unfollow quem nunca pensou isso.

Mas à medida que você vai amadurecendo, vai percebendo que a vida é muito mais que uma vingança interna infantil e boba.

Vamos ao meu caso:
Certa vez, estava a-pai-xo-na-dís-sima por um sujeito. Lindo, fofo, meu número. Até que ele me traiu. E terminamos, obviamente. Eu, fazendo A madura, só pedia a Deus por paz, não queria mandar energias negativas. Torcia, sinceramente, para que ela fosse o amor da vida dele e eles casassem e fossem felizes para sempre. Sério. Juro! Porque assim, teria valido a pena. Tendeu? Meio que um consolo: não terminamos por uma periguete qualquer, mas pela tampa da panela dele.

Eis que um ano depois, numa dessas piadinhas que a vida adora, reencontrei o sujeito. Que não ficou com a menina. E namorou outra depois dela e agora já tá enrolado com outra ainda - ou com várias, sei lá. Putaqueopariu. E a merda de ser jornalista é que você tem faro pras coisas. E numa simples fuçadinha encontra tudo que quiser e mais um pouco. Até o que nem 'precisa' saber.

E bate aquela tentaçãozinha de entrar na história. E os papos nostálgicos fazem parecer que tudo sempre foi cor de rosa. Saudade, você não presta!

Mas vem também o bom senso: pra quê? E você olha o novo 'amor eterno' de quem já foi seu amor e segue naquela de 'tomara que dê certo, dessa vez'. E eu torço, sim. E quero que ele fique bem, seja feliz com quem quer que seja. Não comigo, porque filhadaputice aqui é só uma vez.

Concluo que o difícil na vida é isso. Aceitar e desejar que alguém fique bem sem você. E não ficar triste com isso. E dizer 'seja feliz' sem que seja ironia. "Sem mágoas, seguirei em paz".

Como diria Seu Jorge... "E o bom da vida é viver bem. Estar bem, querer bem..."

Que assim seja. :)

14 de nov. de 2011

A gostosa do ônibus

Dia desses entro no ônibus com meu fone no ouvido e dois sujeitos me olham. Amigos, um do lado do outro - sem fones. Sorriem. (tô fazendo sucesso).

Passa um tempinho e... continuam olhando. (opa, sou a gostosa do ônibus).

Dou outra espiadinha e eles sorriem e falam algo entre si. Começo a achar que to com a cara suja... feijão no dente...

E eles sorriem.

Desço do ônibus. Continuam sorrindo.

É quando tiro o fone do ouvido e percebo que... peraí, não tava encaixado. Todo mundo ouviu minhas músicas no caminho inteiro.

Droga! Sabia que eu não era 'gostosa'.

13 de nov. de 2011

Get It Right

O que você faria se pudesse voltar no tempo? Se tivesse a chance de acordar novamente e viver aquele dia que - hoje você sabe - era para ter sido diferente?

Não é preciso um dia inteiro para mudar o rumo das coisas. A soma de pequenos instantes, um conjunto de decisões é o que nos levam para onde estamos.

Não teria aquele encontro que deu início a um romance frustrado? Mudaria o roteiro de uma viagem? Teria evitado uma briga ou, quem sabe, não teria calado e despejado tudo o que lhe sufocasse? Teria dito 'eu te amo' ou teria evitado dizer? Iria ao médico, às compras, à praia, ao bar?

Um dia desses vi o filme 'O Homem do Futuro' em que o personagem evita a 'tragédia' do passado, mas constrói uma realidade ainda mais desastrosa. E conclui que as coisas são como devem ser. E não se pode ousar mudar isso.

De certa forma, é verdade. Tudo o que passamos, cada experiência, é o que nos tornou quem somos. Ainda assim me pergunto como seriam as coisas caso algumas escolhas fossem outras. 'Quantas vezes serão necessárias para eu acertar?'. E "se"...

Não sei. Sigo, então, na tentativa de errar menos, voltando atrás e consertando o que pode ser consertado, mudando de opinião quando necessário, aprendendo a cada dia e tentando acertar.

Antes que seja tarde, como no clipe novo (e triste) da Katy Perry.

30 de jul. de 2011

Estuda, menina...

Daí eu tô na depilação batendo papo com a Jú a única pessoa que me vê sem roupa ultimamente e contando meus planos mirabolantes de morar no exterior, estudar idiomas, fazer frilas e tal, quando ela:

- Mas menina, você não vê a Sabrina Sato? ela entrevista até o Justin Bieber e não fala nem inglês.

- Mas, Jú, tu já viu o tamanho da bunda dela e o tamanho da minha?

- É...

- Então... quando a gente não é gostosona, a gente estuda...

27 de jul. de 2011

Enquanto isso no Facebook...


·  corri 11 km hj
·  to feliz
·  endorfina na veia mano
 
  • eu não corri e comi macarronada. carboidrato mano
  • hahahaha
  • insulina
  • depois comi "sem parar", o genérico do bis
  • depois da corrida eu tomei um suplemento de Amino Nitrato e comi uma banana
  • eu tomei guaraná
  • vou te denunciar pro Medida Certa

***
Como eu sempre digo: quem tem amigos... tem tudo!

 #vaigordinha

1 de jul. de 2011

O segredo dos compositores

Sempre que leio um texto ou ouço uma música que eu gosto penso no quanto será que tem do autor ali. Até onde é realidade e onde começa a ficção. O quanto de dor ou alegria foi (ou é) realmente sentida por quem escreveu aquela letra. E sempre que tenho a oportunidade pergunto ao autor. É mania. Não que eu conheça muitos compositores, mas tenho o privilégio de ter acesso a pessoas que conseguem me sensibilizar com sua arte. Seja no trabalho ou nas amizades que a gente faz por aí na vida.

Uma vez perguntei a um conhecido se uma música dele era algo que tinha vivido. Fala em desencontros, desejos reprimidos e a vontade de chegar ao bom e velho final feliz. Sinceramente, eu esperava um 'sim' de resposta. Mas, para minha surpresa, ele disse que não é bem assim. Que a música vem. Assim. Ela só vem. Entendi, mas não deixei de acreditar que, sim, tinha a marca dele ali.

Outra vez um amigo, músico e compositor, disse acreditar ser algo espiritual. Que ele compunha e quando via o resultado pensava em como tinha feito algo tão lindo. Não é falta de modestia, ele faz músicas de arrepiar de tão lindas. De novo, que a música vem. Mas, tinha, sim, algo de real ali. Tinha, sim, um quê de verdade misturado com uma dose de exagero que forma a receita certa pra fazer chorar. Todo mundo já amou. Todo mundo já sofreu. E se ainda não cicatrizou, meu bem, você vai chorar.

Mas a cereja do bolo (com o perdão do clichê) veio esta semana com uma entrevista que fiz no trabalho. Há dias ouvi uma música que me marcou muito. "Ainda é tudo seu". Ouvi trabalhando, em casa, antes de dormir...  O estranho é que pensei em várias pessoas e amores. "Ainda tenho tanta coisa pra te dizer e saber". "Eu volto pra te buscar". E pensei em mim."Segredos moram comigo, eu gosto de contar pro céu". Então eu encontrei a Luiza Possi, compositora e intérprete da música. E fiz a pergunta de sempre - com o pretexto que é para a matéria (e também é), mas mais para matar a minha velha curiosidade, 'aquela de outros anos'.

Ela disse que não é sobre uma pessoa apenas, mas várias. Quem ouve pode jurar que é para um amor. Mas é uma combinação de experiências em estrofes que se aplicam a vários personagens de sua vida e a si mesma. E eu sorri. Em pensamento. Me pego fazendo isso em textos jamais publicados. Crio histórias que misturam realidade e fantasia e penso em que interpretação - talvez ainda mais fantasiosa - o leitor poderá criar. Misturo amores, vontades e saudades.

Cheguei à conclusão que cada texto tem o íntimo do autor - muito mais que uma simples eleição de palavras -, a expressão de seus sentimentos. E isso se mistura com uma fantasia não vivida para dar o tcham da coisa. Talvez o que quisesse viver, mesmo que inconscientemente, ou o que imagina que os outros vivam.

Não posso falar por todos os escritores. Mas posso por mim. Não me leve tão à sério. Pode ser só invenção, fantasia. Pode ser a mais pura realidade. Ou pode ser uma intencional combinação dos dois. E o mais provável... é que assim será.

"Segredos moram comigo, eu gosto de contar pro céu. A vida inteira é muito pouco só pra começar desvendar..." 

13 de jun. de 2011

O ceguinho do ônibus

Dia desses eu tava na parada esperando o bus pra ir pro trabalho... umas sete e pouca da madrugada, sabe como é... junta o sono, mais a esperteza habitual da pessoa...

Eis que um CEGUINHO pede ajuda:

-  Você me avisa quando vier o São Savério?

- São Savério? Hummm... é um ônibus verde?

 ¬¬

10 de jun. de 2011

O homem que mandava corações

Uma vez conheci um homem que me mandava corações. E aquilo era tão lindo. Uau! Um homem que manda corações. E sabia elogiar de um jeito que jogava o ego lá no céu. E eu deixava lá, o ego, lá em cima. E me sentia mais gostosa que a Juliana Paes. Não que ele já tivesse comido a Juliana Paes. Não importa. Porque ele mandava corações.


E se eu chegasse em casa daquele jeito em que só o que você quer é agarrar uma lata de leite moça, o homem que mandava corações aparecia. E tudo parecia absurdamente ridículo perto da taquicardia que me dava qualquer vírgula que viesse dele. Nem o cliente mala enchendo o saco, o jeans que não fecha mais, ou as contas do mês por fazer. Tudo muito ridículo quando se tem um homem que manda corações.


Ele não era lindo, nem magro, nenhuma semelhança com o Ashton Kutcher - a não ser a distância que os dois estavam de mim - mas tinha um beijo de fazer arrepiar até os pelos que já se foram.


De vez em quando sumia. Aparecia. Sumia de novo. E voltava falando em saudade. Numa dessas idas conheci outro sujeito. Ele era uma gracinha. Mas não mandava corações.


E voltava. E ia de novo. Então é assim? Desaparece e chega, manda um coração e está servido?


Eu não seria mulherzinha se não imaginasse mil interpretações pro homem que mandava corações. ‘Um coração porque eu gosto de você, sua linda’. ‘Pega um coração aí e não me enche o saco, porra’. E o coração, que antes me fazia suspirar, passou da interrogação, à angústia e raiva. Proibi até a minha mãe de me mandar o dito cujo.


E então apareceu outro sujeito. Ele era uma gracinha. E, yes!, não me mandava corações.

Estou de volta pra você! Se você me aceitar... ♪

Caramba! O tempo passou!

Eu sei, eu sei... já falei isso antes.

Voltei.

Vem, volte também!

Me faz companhia :)

5 de ago. de 2010

Coisas que minha mãe não deve ler

Noite dessas combinei de encontrar uma amiga num barzinho e depois ir pra uma festa. (Na verdade, já era bem umas onze da noite quando me liguei que a coisa mais animada que eu fazia era dar F5 no twitter. Bora olhar o movimento, como se diz no interior. )

Chapinha daqui, blush dali... desci pra pegar um táxi.

Daí que moro em plena Paulista, que é um poquinho beeem movimentada. Passa táxi toda hora e ainda tem uma parada na esquina. Ah, e um ponto de ônibus bem na frente de casa (anotou tudo, senhor bandido?). Já na rua, alguns segundos de indecisão: ir até a parada ou esperar passar um táxi aqui mesmo?

Como em toda cidade grande que se preze, tem sempre alguém pra te alertar sobre a violência, a insegurança e tudo o que pode acontecer com uma moça inocente (cof, cof) sozinha na madrugada. Uma mulher na parada me dizia tudo isso enquanto esperávamos um sujeito suspeito se afastar. Eis que nisso, aparece um táxi e para na minha frente.

- Você fez sinal pra ele?
- Não.
- E vai entrar no carro assim mesmo?
- Ah, uma pessoa parada na beira da avenida a essa hora olhando na direção dele...
- Boa sorte então.

Ok. O boa sorte dela me deu arrepio.

O cara dá a partida, falo o endereço e o homem:

- É hoje o show do Victor e Leo?
- Hã? Não sei...
- E tava legal aquele dia?
- Que dia? (ai meu Deus, o cara é louco)

O sujeito vira pra trás e olha pra minha cara.

- Ahhh, não é você!!!
- Eu o quê?
- Não foi você que me chamou? Ai, desculpa, moça. Mas vou ter que voltar.

Deu ré. Voltou. E três moças emperequetadas vem em direção ao carro. Sim, fui devolvida pelo taxista. Humilhação!

Ele quer chamar outro pra mim, mas a mulher maravilha aqui diz que não precisa, que vai até a parada da esquina. (torcendo pra que a fulana no ponto de ônibus não tivesse visto a cena).
Chego na parada...cadê??? nenhum táxi. Nenhum!!

Mas tinha uma viatura com dois guardas (um deles charmosérrimo). Pois é justamente esse que me diz:
- O que você faz sozinha uma hora dessas na rua? É perigoso.
- Mas eu só dei dois passos. Vou pegar um táxi ali ó (vi uma filinha de táxis um pouco mais na frente, ufa!)

Atenção! Se você for a minha mãe, pare de ler por aqui!

Entro no táxi, falo o endereço... e lá vamos nós!

- Moço, não tem que ligar o taxímetro?
- Ham? hum, é (sic) eu não liguei (sic). Quanto que dá bandeira dois até lá?

Po, e eu é que sei???

Nessa hora um bafo de cachaça invade o carro. O sujeito enrola a língua... era tudo o que eu precisava: um taxista bêbado!

Ele atende o celular, dirige com uma mão só, faz zigue-zague e fala igualzinho ao Tom Cavalcanti fazendo o João Canabrava, sabe?

Fiquei com o cu coração na mão.

Mas o que seria pior: ir com um motorista bêbado ou dizer “parem o mundo que eu quero descer?” Bom, ficar sozinha na rua quase uma da manhã num lugar desconhecido não me pareceu uma boa ideia. Segura na mão de Deus...e vai.

Óbvio que ele não achava o tal bar. Óbvio que demos volta a mais pra prolongar a tortura. E, claro, óbvio que eu quis ir correndo pra festa pra esquecer tudo isso.


Bom, mas se eu tô aqui contando é porque tudo acabou bem. Já tô pronta pra outra! Digo, outra festa... mas da próxima vez, saio de casa as seis da tarde... e de metrô! ;-)

9 de jul. de 2010

São Paulo da Garoa (parte 2)

Volta e meia eu entro numa nóia de parar de escrever bobagem e manter a linha de menina séria. Depois que uma amiga contou que uma fonte chegou na entrevista sabendo detalhes sobre ela, corri pro google e vi que meu passado me condena. Sobrou pro blog. Férias pra ele.

Mas daí aparecem milhares de leitores a Aline pedindo pra atualizar e... tô aqui.


Vamos ao que interessa! (ou não...)


A vida em São Paulo tá bem boa. Correria, trabalhos, gatinhos, ótimos contatos, novas amizades. O que pega é a mania deles de tucanar as coisas. Não tem nada mais tabajara do que festa junina em São Paulo. O quentão não é de vinho. O que vai vinho é "vinho quente" e não vai cachaça. Então temos: quentão: cachaça com gengibre. Vinho quente: vinho... quente.
Daí quando eu digo que tem que misturar os dois... parece que sou um ET.
E o milho verde? é servido num prato e comido de colher. Ridículo!!!

Sem falar que vai purê de batata no cachorro quente. Hahaha

**
Mas já que tô falando em comida, os preços são estupidamente sacanas nos barzinhos da vida. A capirinha que eu pagava 8, 10.. aqui é 15, 19... o jeito é ser natureba.

**

Ainda falando em comida, fiz essa foto um dia desses no ônibus:




Porque eles gostam das coisas muito bem explicadinhas nos seus míííínimos detalhes.

;-)


Então é isso. Beijo, abraço e aperto de mão.

1 de jun. de 2010

São Paulo da garoa

Pronto. Já to de casa nova, cidade nova, estado novo. A minha voz continua a mesma, mas o meu sotaque... tá, ainda não tem diferença, mas sendo catarinense, morando com cearenses e trabalhando com paulistas, imagina o que vai dar? "oxe, mó legal, né?".

Agora não tem mais a eletrizante viagem de metrô. Sim, ainda tem metrô pq né, a pobreza ainda pega, mas é uma linha bem mais tranquila. Depois do metrô pego uma tal de Ponte Orca e um trem. Em apenas 40 minutos tô no trabalho. E isso é uma mixaria, pode crer.

Falando em trabalho, sabe quando vc olha pra um lugar e pensa: será que um dia eu chego lá? Tô aqui, onde eu sonhava até bem pouco tempo. Eita vida que dá voltas! Mas não pedi autógrafo pra ninguém. Tô bem comportadinha.

*

Ontem eu e a Deise fomos no mercado. Fiquei rodando procurando banana branca. Mas aqui é banana prata. Tucanaram a banana branca! Humpf!

Tirando as pessoas que não te enxergam, o restante é bem simpático. Eu fico olhando com cara de boba pra cumprimentar, mas acho que eles não têm o hábito de dar bom dia. Em compensação, tem aqueles que seguram seus cadernos no metrô. :)

Tá tudo bem. Tudo tão bem que nem é bom falar muito.

(Ah, mas continuem torcendo pra eu ficar rica e conhecer morenos-altos-bonitos-e-sensuais, ok?)

;-)

28 de mai. de 2010

Diário (quase) de bordo - Parte 2

Agora falta pouco. Em dois dias mudo de endereço. Só sei que tô numa série de despedidas que tô até desconfiada. É festinha, churrasco, chopes... que tanto que comemoram? #emomodeon

Mas conto tudo quando chegar. O relógio tá de sacanagem.
Inclusive tô devendo dois memes: do Rafa Belo e da Ju Dacoregio. Promessa é dívida. Vou pagar. Mas sabe como é... em prestações que a situação tá difícil... ;-)

**

Falando em correria, essa semana fui em Floripa, a terra da minha infância. Revi uma grande amiga e fiz entrevista numa empresa muito bacana com diretores bem gatos gentis e uma história incrível. Em breve em uma banca perto de você!

**

Esse post inútil é só pra dizer que tô aqui e que o "diário" (não pensei em nome ainda) não virou lenda.

Agora vou ali, tomar chope de novo. :D

14 de mai. de 2010

Diário (quase) de bordo

Acho meio pré-histórico esse negócio de usar blog como Querido Diário. Nunca quis que esse aqui fosse um - apesar de muitas vezes fazer exatamente isso: falar de mim.

Mas estive pensando que, agora com a mudança (já explico), pode ser uma maneira de contar aos amigos o que anda acontecendo de bom, de ruim, de engraçado... Entre uma postagem e outra - ou melhor, entre a falta de uma postagem e outra - vou contando historinhas da "vida nova". O que acha? Se achar uma merda, tudo bem: Alt F4 e segue toda vida reto.


*

Em alguns dias "troco" Santa Catarina por São Paulo. Essa mistura de santos tá me dando um trabalhão! Tanta coisa pra arrumar, tanta gente pra me despedir. Já tô com saudade dos amigos que ficam.
Amigos tipo a Deise Duarte que eu convido pro café-chororô de despedida e ela responde me chamando de vaca medonha pq vai sentir saudade.
Amigos como a Juli, que me fez gostar de novo de ouvir a Sandy cantando. (Ela não é boa influência musical, mas é a melhor colega de apê que alguém pode ter!)
Amigos como a Aline - e nossos chopes no shopping pra falar mal de sogra, ou ex-sogra, ou dos filhos delas, ou... de quem passar na frente.

Saudade de todos os queridíssimos de Crici City.

Por isso instituo a série "Querido Diário" (tá, vou pensar num nome menos brega).

Até daqui a pouco.
Beijo no queixo.

6 de mai. de 2010

Enquanto isso no MSN...

Luciano e eu - trocando cornetas desde 2006.

kellen diz:

vcs tem que ir pra sp depois

tu que gosta dessas coisas de sertanejo

tem o Vila lá né

que é assim pra gente com gosto duvidoso que nem tu

Luciano diz:

vai caga!

kellen diz:

vou mesmo, ouvindo os sertanejos lá vai me dar uma dor de barriga

Luciano diz:

ok

vou me lembrar disso...

ai qdo tu vir pra Cascavel, vou te levar nas festas aqui, e tu vai mudar o teu pensamento

soh cowboy e cowgirl pra todo lado

kellen diz:

então tu ta se sentindo em casa aí né

Luciano diz:

baa... demais

tipo tu no Rio!

kkkkkkkkkkkkkkkkk

kellen diz:

tá me chamando de trombadinha?


***


Pq quem tem amigos, tem tudo! :)



28 de abr. de 2010

Menas

Da série "Historinhas de viagem":

Na ida a São Paulo conheci pessoalmente a queridona Deise Anne. (amiga há um tempão pela internet - comprovei que ela existe mesmo).

Como meninas cultas que somos (quié?) fomos ao Museu da Língua Portuguesa. Tinha uma exposição muito bacana: "Menas. O certo do errado. O errado do certo."

Super lembrei do blog. Em fazer várias fotos legais pra mostrar por aqui... o problema é que não pode usar flash e minhas fotos ficaram um pouquinho sem foco. Mesmo assim...




*

A exposição trata dos erros nossos de cada dia...



Traz palavras de sabedoria...




Dá soco no estômago...




E provoca reflexão...



****

Gostou? Tem um vídeo bem legal, fotos e tudo mais aqui ó.



Alô, alô! Promoção: deixe seu comentário e receba um reply inteiramente grátis. Só não xinga a minha mãe. ;-)

Kisses.

23 de abr. de 2010

Metrô

Quem reclama de engarrafamento é porque nunca andou de metrô. Só pode!
Ok, é estressante, mas no carro não tem um estranho fungando no seu cangote ou soltando bafo na sua cara. Quem pega metrô na hora do pico tem passagem pro céu!

Explico: Nos dias que estive em São Paulo fiquei na casa da Rafa, minha prima amada-idolatrada, mas que mora exatamente no lado oposto de onde eu precisava ir todo santo dia. O jeito foi deixar a frescurite de lado e fazer o que fazem todos os pobres trabalhadores (pobres) do Brasil: transporte público.

Etapa 1 - Entre se puder.
Parece fala de virgem, mas não é. Entrar no metrô é uma das tarefas mais difíceis que se pode fazer na vida. Isso porque as mulas se aglomeram na porta, ignorando a existência de um lugar espaçoso chamado corredor.
O trem chega e a multidão se posiciona. Tendo ou não espaço, vão se enfiando de qualquer jeito, empurrando quem está dentro e quem está fora também. Toca o sinal, a porta vai fechar, mas tem sempre um apressadinho que pula e vai com uma ponta de rabo pra fora do trem. Isso porque o tempo entre um e outro é muito longo, sabe. Incríveis um ou dois minutos.

Etapa 2 - Dentro do trem.
Corrimão? quem precisa disso? não há espaço pra cair. Sabe aquela expressão "não tem um chão pra cair morto?" então...
De repente, sinto uma coisa dura cutucando ali atrás. Empurra pra lá, se esquiva pra cá. Ufa! era só um guardachuva.
Olho pra frente e tá lá o Luciano Huck sorridente mandando fazer Estácio. Tá rindo porque não é contigo, né querido?
Situação controlada. Pelo menos, até chegar a próxima estação...

Etapa 3 - Quem tá fora quer entrar, quem tá dentro quer sair.
Não podemos esquecer que em todas as estações há gente querendo entrar... e gente querendo sair. Mas quando chega na Sé a situação piora infinitos porcentos. Salve-se quem puder porque não tão nem aí se você não quer descer ali. Ficou na frente, vai junto.
Conseguiu ficar no trem, beleza. O Luciano Huck continuará lá rindo pra você. Loucura!

Etapa 4 - Desembarque.
Chega a estação final. (Sim, eu ia até a última estação). Mais uma filinha: pra subir a escada. (Filinha é modo de dizer porque eu tô boazinha hoje). Daí é hora de seguir as placas e fazer a transferência pro trem da CPTM. O que? não contei não? Ainda tenho dois trens pela frente!


Quase duas horas depois de sair de casa, chego no trabalho. E só um chocolate quente salva!

Depois dessa temporada, revi meus conceitos de "perto" e "longe". Decidi que preciso morar perto. Perto tipo no máximo uma hora, sabe?

:-P

****

Ok, encontrei muita gente educada e simpática também. Por fim, já tava até dando informações. Espero não ter mandado ninguém pro lugar errado...


No próximo post: "Menas".

1 de abr. de 2010

Vou ali e já volto

No começo do ano eu disse que 2010 seria de mudanças, lembra? Se vão dar certo ou vou quebrar a cara, bem, coméquieuvousaber? Só sei que to indo ali. Dar início ao meu plano perfeito de dominar o mundo.
E viagem é aquela coisa, né.... a mala volta cheia de historinhas pra contar!

Deseje-me sorte!
(sorte, dinheiro e morenos-altos-bonitos-e-sensuais também, por favor)

Até mais!

25 de mar. de 2010

Falando sério

Recebi esse texto por e-mail e fiquei com uma baita preguiça de ler. Mas "arrisquei" e gostei logo na primeira linha. Leia. Nem precisa mexer o traseiro gordo. Só clica em cima da imagem.
Eu recomendo. ;-)


8 de mar. de 2010

Anúncio

No MSN é assim... cada um anuncia o que precisa.

























Mas vai da gente ler direito.








Maldita mente suja!

;-)


***

Se você é meio ceguinho clica em cima da imagem.

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